Migué College

migue-college-ufabcO “Migué College”, é um grupo de alunos da UFABC que realizam aulas particulares das disciplinas iniciais do BC&T e algumas outras mais avançadas. As disciplinas oferecidas são: Bases Computacionais, Bases Matemáticas, Fenômenos Mecânicos, Funções de Uma Variável, Geometria Analítica, Processamento da Informação.

Para mais informações e contato, acesse o site do grupo:
https://sites.google.com/site/miguecollege

Ou pelo facebook:
http://www.facebook.com/miguecollege

Anúncios

Reitoria da UFABC pressionou para fim da greve

A reitoria da UFABC (Universidade Federal do ABC) mudou seu posicionamento em relação à greve de professores, estudantes e funcionários que já dura 77 dias. Em comunicados oficiais, publicados no site da instituição, a direção pede que o movimento acabe. A reitoria afirma nos informes que a greve por tempo indeterminado prejudica os estudantes. Outro ponto apontado pela direção para o fim imediato do movimento é a complexidade da criação de um novo calendário escolar e da reposição das aulas.

O acordo inicial com os professores era de que as novas datas seriam discutidas apenas após o fim da paralisação. A reitoria, porém, convocou o Conselho de Ensino e Pesquisa para começar estudos sobre a reposição.

Para o presidente da Adufabc (Associação dos docentes da UFABC), Armando Caputi, a decisão só aumenta a ansiedade dos estudantes. “Até a semana passada, a reitoria estava em sintonia com o movimento, mas agora adotou postura de pressão. Os professores aprovaram uma moção de repúdio e irão convocar o conselho universitário sobre a reposição”, disse.

Professores, funcionários e estudantes realizaram assembleias ontem. Apenas os estudantes não haviam decidido, até o fechamento desta edição, pela continuação da paralisação. Uma nova proposta será entregue ao governo federal nos próximos dias. De acordo com Caputi, o movimento irá propor a manutenção dos tetos salariais sugeridos pela União, mas modifica a estruturação intermediária. “Desta forma, os impactos no orçamento serão menores.”

O Ministério da Educação, porém, afirma que não negocia mais com os professores.

O que diz cada lado

 ‘A Reitoria entende que, ao desmobilizar sete mil alunos, mantendo-os em casa sem propósito durante meses a fio, a UFABC está falhando na sua missão educativa, fragilizando-se perante a opinião pública.’ (Nota oficial da reitoria da UFABC sobre a greve na instituição)

‘Aprovamos a continuação da greve e temos uma contraproposta para retomar o diálogo com o governo federal. A reitoria da UFABC adotou uma postura de pressão que só traz mais ansiedade para os alunos.’Armando Caputi, presidente da ADUFABC (Associação dos Docentes da UFABC)

UFABC sinaliza fim de greve

Apesar de deliberarem, em assembleia realizada ontem, a manutenção da greve que já dura 105 dias, professores da UFABC (Universidade Federal do ABC) aprovaram indicativo ao Andes (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior) para o encerramento da paralisação de forma conjunta entre as instituições de ensino do País.

Diferentemente do que havia sido observado em assembleias anteriores, a realizada ontem apresentou maior resistência em relação à continuidade da greve – 61 educadores votaram contra a manutenção da paralisação, enquanto 80 sustentaram o movimento e seis se abstiveram da discussão. De acordo com o presidente da Adufabc (Associação dos Docentes da UFABC), Armando Caputi, esse cenário já era esperado e demonstra a avaliação que vem sendo feita em relação ao alto custo da greve para alunos e professores.

Outro ponto que demonstra a vontade de pôr fim ao movimento é a aprovação de início de discussão sobre reposição das aulas perdidas. Foi agendada reunião para segunda-feira entre docentes para debater o tema. Depois disso, o assunto pautará encontro com os alunos e reitoria.

Os professores continuam na luta para que o governo analise contraproposta elaborada pelo Andes, com impacto de R$ 4,2 bilhões em três anos. De acordo com o documento, o piso salarial dos docentes por 20 horas de trabalho seria alterado para R$ 2.018,77, conforme proposta do MEC. No entanto, o percentual dos degraus entre os 13 níveis passaria a ser de 4%, sendo que na tabela do governo, o índice varia de 1% a 12%.

A esperança fica por conta de reunião que será realizada na terça-feira na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados com a presença do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, da ministra do Planejamento, Miriam Belchior, e representantes dos sindicatos dos professores. “Há possibilidade de emendas no projeto de lei enviado pelo governo, mas, de qualquer forma, precisamos do diálogo”, diz Caputi.

Para o Ministério da Educação, a negociação foi encerrada tendo como base a última proposta apresentada, com oferta de aumento entre 25% e 40% até 2015. O acordo foi assinado apenas com o Proifes (Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior) – representante de sete das 95 instituições de ensino.

UNIFESP

Na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), a assembleia de ontem teve intuito de avaliar o quadro atual da greve nas universidades federais, explica a presidente da Adunifesp (Associação dos Docentes da Unifesp), Virgínia Junqueira. Segundo ela, novo encontro foi marcado para quarta-feira, quando será cogitada volta ao trabalho.

Técnicos administrativos voltam ao trabalho na segunda-feira

A volta ao trabalho dos cerca de 600 técnicos administrativos da UFABC será na segunda-feira. Os servidores da instituição aprovaram o fim de greve de 81 dias na quinta-feira, uma semana após assinatura de acordo entre Fasubra (Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil) e governo.

Foi aceito reajuste de aumento de 15,8% em três anos. O impacto orçamentário será de R$ 2,9 bilhões. Houve promessa de não descontar os dias parados do salário, sob a condição de reposição desse tempo perdido.

Os trabalhadores da UFABC demoraram um pouco mais para sair da greve porque discutem com a reitoria reivindicações internas, como participação maior no conselho superior da instituição de ensino, que hoje tem maioria de professores (75%), diminuição da jornada de 40 para 30 horas semanais, melhores condições de trabalho e pagamento de insalubridade.

A volta ao trabalho dos técnicos garante retorno de alguns serviços para os alunos, como reabertura da biblioteca e ampliação do horário de atendimento nos laboratórios de pesquisa, duas das principais reclamações dos estudantes que continuaram a ir para a universidade durante a paralisação.

A reitoria destaca que houve acordo para que cada ponto da pauta seja discutido com o sindicato em reuniões semanais e que está empreendendo esforços no sentido de atender alguns dos pontos para imediata retomada da missão educativa da universidade.

Greve dos docentes das Universidades federais completa 1 mês!

A greve dos professores das universidades federais completa um mês hoje sem nenhuma perspectiva para o fim do movimento. O Ministério do Planejamento prometeu apresentar na próxima terça-feira uma proposta para o plano de carreira dos docentes. Contudo, o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) avalia que a greve não será encerrada, mesmo se a proposta for considerada boa.

“Esperamos que o governo pare de enrolar e apresente uma proposta concreta. Esperamos que haja algo objetivo para que, a partir daí, possamos iniciar um processo de negociação. O fim da greve sequer está na nossa pauta”, disse à Agência Brasil o primeiro vice-presidente da Andes, Luiz Henrique Schuch.

Segundo ele, apesar dos transtornos causados pela greve, o movimento tem recebido apoio da sociedade. “Temos recebido uma resposta de acolhimento por parte da sociedade. Esse é um movimento vitorioso porque a sociedade não se engana mais com discursos vazios. A sociedade está percebendo que a pior crise do país é a da falta de políticas públicas para a educação”, argumentou Schuch.

Na última terça-feira, o governo federal chegou a pediu, sem sucesso, uma “trégua” de 20 dias aos professores federais para continuar as negociações. O secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, disse que o governo se comprometeria a apresentar ao fim desse prazo uma proposta para solucionar o impasse em torno da reestruturação da carreira, principal reivindicação dos professores.

Além de não concordar com a “trégua”, os grevistas criticaram a postura do governo. “Estamos, desde o segundo semestre de 2010, esperando propostas concretas do governo para podermos conversar com a categoria e isso não aconteceu. Não deu para acreditar que o governo chegou falando em “trégua”. Foi uma coisa fora da realidade.”

A greve já atinge 55 instituições federais de ensino em todo o país. Também em busca da reestruturação de carreira, os servidores vinculados ao Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe) anunciaram greve geral a partir de amanhã, entre docentes e técnicos. A paralisação deve atingir 40 mil servidores.

Dilma contrata novo encanador para o Ministério da Educação

OBS: O texto abaixo não representa a opinião dos autores deste blog.
Texto publicado pelo Jornalista da Veja, Reinaldo Azevedo:

Entre todas as pastas, a mais maquiada é, sem dúvida, a de Haddad. A multiplicação das universidades federais, na escala anunciada, já demonstrei aqui, é uma farsa. Haddad conseguiu desmoralizar o antigo provão, hoje chamado “Enade”, e o Enem. O desempenho do governo federal no ensino técnico é uma lástima, e houve uma brutal desaceleração no processo de ingresso de alunos no ensino médio. O que vai bem, à sua maneira, é a transferência de recursos públicos para as mantenedoras privadas por intermédio do Prouni. Haddad é aquele que deu sinal verde para a distribuição do chamado “kit gay”, aquele, sabem, que dizia que um adolescente bissexual tem “50% a mais de chance” de ter com quem “ficar” num fim de semana. O erro, como sabem, não é só de ética, mas também de matemática. O certo seria, se fosse, 100%… Mercadante, sob esse estrito ponto de vista, é um substituto à altura.

Nestes dias em que voltam a ficar em evidência os quadrilheiros especializados em dossiês, cumpre lembrar o dos aloprados. O objetivo, também naquele caso — parece ser uma obsessão dessa gente — era destruir a reputação de José Serra, então adversário de Mercadante na disputa pelo governo de São Paulo, em 2006. Se a polícia não estivesse monitorando a canalha, o assunto teria sido noticiado como se verdade fosse, restando a Serra protagonizar o “outro lado”… O homem que levava a mala de dinheiro — R$ 1,7 milhão — era Hamilton Lacerda, braço-direito do atual ministro da Ciência e Tecnologia e futuro ministro da Educação.Ninguém foi punido. Ah, sim: Lacerda deixou o PT, mas já está de volta.

Dilma gostou da atuação de Mercadante, especialmente na reta final da campanha de 2010. Ele foi um dos defensores da estratégia de endurecimento com a oposição, insistindo que era preciso advertir a população e os mercados (!!!) para o “risco” que representava a eventual eleição de Serra!!! Grande sujeito! Mercadante é aquele rapaz que conseguiu convencer Lula de que o Plano Real seria um desastre… Felizmente, Lula acreditou…

Mercadante tem tudo para dar seqüência à obra maquiada de Haddad, até porque se tornou notável por maquiar o próprio currículo, não é mesmo? No dia 16 de agosto de 2006, eu o peguei no pulo. Cito trecho:
(…)
No debate da TV Gazeta, aquele que ninguém viu – ou quase, hehe -, o candidato do PT ao governo de São Paulo disse: ‘Fiz mestrado e doutorado [em economia] na Unicamp”. Ops! Não fez, não. Vai ter de mostrar o canudo. Mas, para mostrar, terá de fabricar um primeiro. Busquem lá as informações na universidade: ele até acompanhou algumas aulas do doutorado, mas foi desligado do programa. Vaidoso que é, até pode se considerar um doutor honorário – em economia ou no que quer que seja. Mas doutor em economia pela Unicamp, ah, isso ele não é. Esses petistas… Ou fazem a apologia da ignorância, como o Apedeuta-chefe, ou tentam exibir galardões intelectuais que não têm. […]

Ridículo
Mercadante, um homem destemido, comprovadamente sem medo do ridículo, não teve dúvida: respondeu a questão — ou melhor: não respondeu — atacando o preço dos pedágios em São Paulo!!! E saiu de lá com o título de “doutor”, conquistado com uma peroração de caráter puramente político. E ATENÇÃO PARA O QUE VEM AGORA.

COMO SABEM TODOS OS JORNALISTAS DE ECONOMIA DESTEPAIZ, Mercadante se esforçou brutalmente ao longo de 2003 para derrubar Antônio Palocci. Não houve repórter da área a quem não tenha dado um off pregando o que se chamava, então, “Plano B” na economia. E se fez doutor defendendo o que combateu. Um portento!

Nunca antes na história da Unicamp defesa de tese tinha sido feita em tom de comício. Mercadante, um revolucionário! E só para arrematar: ao nomear Mercadante, Dilma já está indicando o candidato do PT ao governo de São Paulo em 2014.

Por Reinaldo Azevedo

Avaliação do MEC para os cursos da UFABC

Oficialmente publicado a nota da primeira avaliação do MEC para os cursos de engenharias da UFABC !!!

Nota máxima nos cursos:
Eng. Aeroespacial;
Eng. Ambiental e Urbana;
Eng. Biomédica;
Eng. Materiais.

Digo e repito: A MELHOR DAS FEDERAIS!!!