Ônibus da UFABC X Ônibus da EMTU. Qual demora mais?

freddy_vs_jasonA alguns dias atrás, publicamos que a ponte Antônio Cardoso foi interditada após o asfalto ceder. O ônibus da UFABC passava justamente por essa ponte no trajeto da Rua Abolição/Terminal Leste e Rua Abolição/Catequese.
Por esse motivo os motoristas tem que fazer um percurso bem maior, se desviando até a estação Prefeito Saladino para fazer o retorno.
Até ai, tudo bem, afinal ninguém tem culpa pela ponte ter caido… Na verdade tem sim seus culpados, mas ninguém dentro do nosso contexto.
O problema é que a Prefeitura Universitária, não alterou os horários dos ônibus.

Os motoristas saem a hora que querem, não seguindo a grade de horários presente no site institucional da universidade. E quando questionados, dizem que não estão seguindo mais a grade do site, por causa da ponte que caiu. Apesar de isso soar mais como uma desculpa… Imagina-se que a Prefeitura Universitária já deveria ter apresentado um novo horário. E se apresentou, porque não está sendo aplicado?

Os alunos chegam a ficar horas esperando os ônibus sairem.
Quem ultiliza os ônibus da EMTU no Terminal, sabe que eles são muuuuito demorados, mas ontem e hoje o ônibus da UFABC conseguiu superar a demora do ônibus da EMTU.
Parabéns UFABC, cada dia mais provando que não existem barreiras que não possam ser quebradas.
E nesse “duelo de titãs”, o único beneficiado é o tio do hot dog.

Essas prefeituras…

Ponte da Avenida do Estados, na altura da UFABC, é bloqueada após o asfalto ceder

A ponte Antônio Cardoso, localizada na avenida dos Estados e que passa sobre o rio Tamanduateí, em Santo André, foi interditada nesta quinta-feira (14), após o asfalto ceder.

ponte-asfalto-cedeu-santo-andre-avenida-do-estadoA estrutura que dá acesso aos viadutos Adib Chammas e Pedro Dell’antonia, funciona como passagem de linhas de trólebus que ligam os terminais São Mateus e Sonia Maria ao terminal Santo André. Após o afundamento, as linhas foram paralisadas.

De acordo com a Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santa André), uma vistoria está programada para acontecer nesta sexta-feira (15). A Defesa Civil e o DAEE (Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo) foram acionados, já que o Tamanduateí é um rio intermunicipal e, portanto, sua manutenção é de competência do Estado.

O trânsito está sendo desviado para a rotatória do Sesi, na região do viaduto Castelo Branco e da avenida Martins Fontes. Uma alternativa para o motorista que precisar ir para a região central será tomar o viaduto Adib Chammas a partir da avenida Itamaraty.

Alunos da UFABC são vítimas de assaltos

ufabc-assaltosAlunos pedem reforço da segurança nas imediações do campus de Santo André

O crescimento na incidência de assaltos nas ruas próximas ao campus de Santo André da UFABC (Universidade Federal do ABC), no Bairro Bangu, tem preocupado os estudantes da instituição. De acordo com relatos dos universitários, os crimes acontecem tanto nas ruas Abolição, Santa Adélia e Oratório, onde se localizam os portões da universidade, quanto na avenida dos Estados, que fica na parte de trás do campus e é utilizada por alunos que precisam ir até a estação de ônibus e trens no Centro da cidade.

A preocupação motivou os universitários a criarem uma petição online solicitando à Secretaria estadual de Segurança Pública a instalação de base de segurança na avenida. Até o fechamento desta edição, o movimento já tinha angariado 2,1 mil assinaturas.

De acordo com o diretor de Ciência e Tecnologia da UNE (União Nacional dos Estudantes) e coordenador do Movimento Construção Coletiva, Ricardo Senese, 24 anos, o problema não é recente e são constantes os relatos de roubo de celulares e bolsas.

O estudante de Ciência e Tecnologia afirma que a presença da polícia nas imediações é praticamente inexistente e ressalta que, além da base comunitária, é preciso reforço na ação policial ostensiva, com rondas no local. “Temos muito medo de que aconteça alguma coisa mais grave, estamos nesse receio. Porque quando começa uma onda de assaltos, a chance de ter algo mais grave é muito grande”, argumentou Senese.

Susto – Os estudantes do curso de bacharelado em Ciência e Tecnologia Daniel Ribas Cardoso, 19, e Adamarys Regina Freire, 20, foram vítimas dos criminosos em novembro do ano passado. Os universitários e outros dois amigos seguiam pela avenida dos Estados por volta das 18h30 quando foram abordados por cinco garotos.

“A avenida estava em obras e quando passamos por um trator visualizamos um rapaz. De repente saíram outros quatro sujeitos e abordaram a gente, bem rápido, derrubaram um amigo nosso no chão e pediram celulares e dinheiro. Dos cinco, quatro estavam fazendo a ação e o outro estava vigiando. Depois saíram correndo e nós voltamos para a universidade”, relatou Daniel, que sofreu outra tentativa de assalto em fevereiro deste ano.

Para Adamarys, os garotos envolvidos no assalto aparentavam ser menores. Ela acredita que existam outros grupos agindo na região. “Já teve relato de gente que reagiu e depois viu que o cara que estava na frente vigiando estava armado. É muito comum assalto naquela região”, afirmou.

Para a universitária, o fato de a avenida estar sempre em obras piora o quadro. “Aparecem biombos, tratores, que dificultam ainda mais”, ressaltou Adamarys, que desde a ocorrência optou por não passar a pé pela avenida dos Estados. “Não tem a menor condição, aquela região é muito perigosa.”

O assunto foi discutido em reunião do Conseg (Conselho de Segurança) da região na noite de quarta-feira (29/02). Foram encaminhados ofícios para a Prefeitura de Santo André e para a PM com a reivindicação.
Ofício da direção pede base comunitária

A UFABC (Universidade Federal do ABC) protocolou em outubro do ano passado ofício junto à Polícia Militar solicitando a instalação de base comunitária nas proximidades do campus. No documento, a instituição argumenta a necessidade de reforço policial por conta do aumento das ocorrências noticiadas por estudantes e servidores nos arredores da universidade.

No ofício, o prefeito universitário da UFABC, Júlio Facó, classificou a questão de segurança como “central para a manutenção das atividades da universidade, para que seus frequentadores possam ter mais tranquilidade ao entrar e sair do campus, que possui aulas nos períodos matutino, vespertino e noturno”.

O prefeito universitário ressaltou que a segurança interna das cinco unidades da UFABC na Região (campus sede de Santo André, campus São Bernardo. Unidade Catequese, Unidade Atlântica e Unidade Sigma) é feita por empresa terceirizada. No total, são mais de 50 postos de segurança com mais de 100 homens, mais de 130 câmeras de monitoramento em circuito fechado, além de mais de 30 controladores de acesso (catracas eletrônicas) dentro das unidades da UFABC.

Procurada para comentar o assunto, a assessoria de imprensa da Polícia Militar informou que em janeiro deste ano “houve sensível diminuição dos crimes na área” e que, em virtude disto, “houve priorização do patrulhamento na rua Oratório”. Além disso, a PM solicitou intensificação do policiamento nas adjacências da UFABC.

A nota da assessoria de imprensa nega ainda que a polícia da região tenha sido informada anteriormente sobre a necessidade de reforço na área. “Cabe salientar que o 10º BPM/M jamais foi contatado ou procurado por discentes da UFABC no sentido de solicitar aumento do policiamento ou de receber informações a respeito de aumento da criminalidade no local, portanto solicitamos que a população registre o Boletim de Ocorrência seja qual for a natureza do crime para que possamos identificar os locais que necessitam de ações mais enérgicas por parte da Polícia Militar.”.

Fonte: ABCD Maior

Bairro Bangu

UFABC chega em Mauá ainda neste semestre

ufabc

A cidade de Mauá deverá receber no primeiro semestre deste ano o escritório da UFABC. A principio serão oferecidos cursos de preparação para o Enem destinados aos alunos de escolas públicas.

O compromisso foi assumido nessa quarta-feira (16) entre o prefeito de Mauá , Donisete Braga, e o reitor da universidade, Profº Helio Waldman, em encontro foi realizado na sede da instituição em Santo André.

O objetivo da reunião foi avançar nas negociações para a instalação de um campus da Universidade em Mauá. O entrave está em encontrar imóveis que possam abrigar essa unidade.

“Esse encontro foi muito importante, uma vez que precisamos criar oportunidades para que os estudantes mauaenses possam estudar, se qualificar e chegar ainda mais preparados ao mercado de trabalho”, disse o prefeito.

Nos próximos dias será realizada uma nova reunião, para a definição do local e do prazo para o início do funcionamento do escritório da UFABC em Mauá.

Bixos e bixetes da UFABC, sem aulas até julho

Com a matrícula feita, calouros da UFABC terão de esperar até 29 de julho para o início das aulas

Com a matrícula feita, calouros da UFABC terão de esperar até 29 de julho para o início das aulas

Convocados no primeiro processo seletivo de 2013 do Sisu (Sistema de Seleção Unificada), os 1.960 ingressantes da UFABC (Universidade Federal do ABC) só começarão as aulas da graduação no dia 29 de julho. Tudo por conta da greve de professores deflagrada no ano passado, quando os alunos ficaram sem aulas de junho a setembro.

Com a vaga na universidade garantida e seis meses pela frente, os estudantes fazem planos para investir seu tempo. As opções vão de fazer um curso de língua estrangeira, viajar em intercâmbio a procurar um emprego até que o ano letivo comece.

Mesmo com os empecilhos ocasionados pela greve, a caloura Júlia Paiva, que vai fazer bacharelado em ciência e tecnologia, está ansiosa para estudar na UFABC. “Eu acho greve sempre um pouco preocupante. Mas sempre é bom estudar em uma federal”, comenta. “Apesar das greves, estou animada.”

A estudante, que tem 18 anos, ainda espera o resultado da Escola Politécnica da USP (Universidade de São Paulo) e da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). “Se eu passar só na UFABC, vou cuidar um pouco de mim. Passei o ano enlouquecida, prestando todos os vestibulares”, desabafa. “Pretendo começar a trabalhar também”.

Investir em uma língua estrangeira está entre as principais perspectivas dos calouros até julho. É o caso de Thais Padovani, 17. “Queria fazer alemão, e ler todos os livros que não consegui ler na época do vestibular”, conta a novata.

O calouro Renan Degaspari, 17, que fará bacharelado em ciência e tecnologia, segue a mesma linha. “Estava planejando fazer um intercâmbio para o Canadá nesse meio tempo”.

Alessandra Reis, 17, pretende ir para seu terceiro idioma estrangeiro. “Eu já falo inglês e alemão, então pretendo estudar francês”, comenta a estudante do bacharelado em ciência e tecnologia. “Vou trabalhar e frequentar o curso que a universidade vai dar”, planeja.

Curso de inserção universitária

Os ingressantes da UFABC já costumam começar as aulas mais tarde, geralmente no mês de maio, por conta do calendário da instituição, dividido em quadrimestres. Como dessa vez as aulas se iniciam ainda mais tarde, a universidade pretende organizar um curso de inserção universitária para que os estudantes não fiquem parados por seis meses.

O curso deve explicar o projeto pedagógico da universidade e ainda ter revisão de conteúdos do ensino médio. No entanto, ainda não há data para seu início. As inscrições para o curso de inserção universitária, de acordo com a UFABC, poderão ser realizadas em breve por meio de formulários eletrônicos que estarão disponíveis no site da instituição.

O DCE (Diretório Central dos Estudantes) deve também ter um calendário de atividades para inserção dos calouros. “A entidade irá organizar uma série de atividades culturais e de formação que valerão também como horas complementares. Iniciamos também uma mostra de cinema e já na próxima semana teremos uma jornada cultural, com música, circo, dança e teatro”, explica Gabriel Camargo, presidente do DCE.

Fonte: UOL